Site alega que fundador do Bitcoin Banco está envolvido com corrupção e desvio de verbas públicas

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Um suposto fundador do Grupo Bitcoin Banco estaria ligado a um esquema de corrupção e diversas fraudes cometidas contra o poder público, segundo publicação do @gapantizponzi, feita em 07 de julho de 2019.

Segundo a publicação, o fundador do Bitcoin Banco seria Valmor Felipetto, que é citado em investigações da Polícia Federal como um dos integrantes de um suposto esquema de corrupção que envolvia a USIMAR que é alvo de investigação na CPI dos Portos.

“O CNPJ [do Bitcoin Banco] era no nome de Filipetto e posteriormente passado para mãos de Cláudio Oliveira”, segundo a publicação.

Ainda segundo a publicação, Fernando Zanatta e Luis Carlos Rosa da Silva, estariam envolvidos em uma série de golpes baseado em criptomoedas que teriam arrecadado, de forma fraudulenta, cerca de 680 Bitcoin, que teriam sido usados para, segundo a publicação, fundar a Zatter Capital, que integraria posteriormente o leque de empresas do Grupo Bitcoin Banco.

Até o momento da publicação, o Grupo Bitcoin Banco não se manifestou sobre as acusações.

Como reportou o Cointelegraph, alegando “risco de dilapidação do patrimônio” e suspeita  “de fraude praticada pelas requeridas”, o Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio de nova decisão publicada em 04 de julho, no Diário Oficial do Estado, determinou tutela de urgência para bloqueio de R$ 502.949,46 em contas do Grupo Bitcoin Banco.

Uma série de ações judiciais foram abertas contra o Grupo Bitcoin Banco, que já tem processos instalados em pelo menos 11 estados, São Paulo, CearáRio Grande do NorteMinas GeraisGoiásSergipeSanta CatarinaMato GrossoRio de JaneiroRio Grande do Sul e Distrito Federal. A grande maioria dos processos tem como causa o atraso que as plataformas do grupo tem apresentado para realizar saques dos usuários.

Em sua defesa a empresa alega que, o problema ocorre por conta de atividades maliciosas que ocorream na plataformas do Grupo e que os responsáveis pela fraude devem ser investigados pela Justiça.

Recentemente o Grupo Bitcoin Banco supostamente criou uma página especial com detalhes de um acordo proposto aos clientes da organização visando sanar os problemas com saques na plataforma. A página pode ser acessada no link.

Segundo a publicação a adesão ao acordo é “opcional” e os clientes “que tiverem real interesse em conhecer os termos devem procurar a nossa equipe jurídica (disponível desde o dia 24/06) e de atendimento — voltadas exclusivamente para atender as dúvidas relacionadas a esse assunto — através do e-mail: [email protected]

GBB declara que alguns passos serão seguidos para efetivar o acordo, entre eles uma avaliação de Compliance, conversão de saldo em Bitcoins e assinatura do contrato. Para clientes com mais de 8 Bitcoins a plataforma declara que tem até 180 dias para efetivar o pagamento.

O acordo inclui também uma série de cláusulas que determinam que o cliente reconheça que “negócios jurídicos envolvendo criptomoeda não possuem regulamentação própria, e por isso não estão protegidos pelos instrumentos instituídos por quaisquer dos órgãos integrantes do Conselho Monetário Nacional; “volatilidade é da essência e natureza da criptomoeda“, “Bitcoin Banco não é uma organização que integra o sistema financeiro nacional, não sendo regulado, por consequência, pelas autarquias federais Banco Central do Brasil e Comissão de Valores Mobiliários (CVM)”; entre outras.

 






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