Parque Tecnológico de Itaipu e CNPq apoiam blockchain voltada ao agronegócio

Parque Tecnológico de Itaipu e CNPq apoiam blockchain voltada ao agronegócio 1

Conforme relatado pelo site O Presente, o Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), juntamente com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, está apoiando um projeto que busca implementar a tecnologia blockchain no setor de agronegócios do Brasil.

De acordo com a reportagem, Cassiano de Oliveira Peres, sócio-proprietário e desenvolvedor da Brexbit, afirmou que o foco inicial foi trabalhar no projeto do Guia de Trânsito Animal, um documento obrigatório para o transporte de cargas vivas no Paraná, e adaptá-lo utilizando a tecnologia blockchain, garantindo mais segurança e transparência ao documento. Com essa referência no mercado, a empresa já prospecta clientes em outros Estados.

Após esse projeto, a empresa focará no desenvolvimento de uma solução de blockchain para rastrear a produção de café no Estado, desde a origem do produto na plantação até a venda ao consumidor final. Sobre isso, o sócio-proprietário afirmou:

“O consumidor final consegue escanear o QR code e saber qual foi a fazenda que produziu o café, quem foi o beneficiador, por onde o produto passou, quem transportou. Todas as etapas de produção do café ficam registradas e isso dá transparência, garantindo se é um bom produto.”

Após isso, Peres acrescentou que:

“O café é uma commoditie muito valorizada, tanto no mercado interno quanto no mercado externo, e oferecer essa transparência e garantia de qualidade ao produto, por meio da blockchain, permite gerar certificações para a marca. Esse trabalho todo que estamos fazendo só foi possível com a Incubadora do PTI. Sem o suporte de gestão do Parque Tecnológico não conseguiríamos.”

Pedro Sella, gerente do Programa de Desenvolvimento de Negócios do PTI, que faz parte da Incubadora, afirmou que o apoio prestado para a Brexbit foi bastante útil na parte mercadológica, de estratégia e de negócios e na participação e inserção da empresa no edital do CNPq. Ele ainda afirmou que:

“Isso possibilitou não somente a virada da empresa para o mercado agro, como a aproximação de um parceiro importante para o PTI que é o Governo do Estado.”

Leia também: Deputado Federal quer obrigar governo brasileiro a usar blockchain





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