Criminosos pedem Bitcoins para não matar o Deputado David Miranda esposo de Greenwald que vazou as conversas de Moro e Dallagnol



Criminosos pedem Bitcoins para não matar o Deputado David Miranda esposo de Greenwald que vazou as conversas de Moro e Dallagnol 2

O recente episódio envolvendo o Ministro da Justiça do Brasil, Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, acabou envolvendo também o Deputado Federal, David Miranda (PSOL-RJ), que sofreu ameaças de criminosos que pediram resgate em bitcoins, segundo uma reportagem do canal de televisão SBT.

David Miranda é esposo de Glenn Greenwald, dono do jornal The Intercept Brasil, que divulgou as conversas supostamente hackeadas entre o então juiz Sergio Moro e o procurador, ambos constituiam as principais personalidades juridicas responsáveis pelas investigações da Lava Jato que culminaram na prisão do ex-presidente Lula.

Segundo a publicação, criminosos teriam enviado e-mails para Miranda ameaçando matar o deputado e membros de sua família, chegando até mesmo a afirmar que contratariam “um atirador de elite para explodir a cabeça” da mãe do deputado. O e-mail também afirma que o criminoso seria o autor da morte da vereadora carioca Marielle Franco, supostamente morta pela mílicia do Rio de Janeiro por questões políticas.

Na mensagem os criminosos alegam que poderiam considerar não matar ninguem desde que fossem pagos em bitcoins e pedem cerca de US$ 10 mil em BTC.  Gleen Greenwald publicou um vídeo da reportagem em seu Twitter. A policia já foi acionada para investigar o caso.

O Cointelegraph reportou que as autoridades espanholas prenderam 35 pessoas por supostamente falsificar cartões bancários e lavar dinheiro com bitcoin ( BTC ). De acordo com o relatório, a organização obteve mais de € 600.000 (US $ 674.000) e lavou mais de € 1 milhão (US $ 1,2 milhão) usando bitcoin. Além disso, o Comando de Alicante teria resolvido um total de 1.020 cibercrimes conectados durante a operação. As ações alegadas dos suspeitos – que são da Guiné Equatorial, Espanha, Nigéria , Camarões e Marrocos – tiveram um total de 219 vítimas na Espanha, com mais 20 em Israel, Dinamarca, Alemanha, França e Grécia.



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