Com baixa adesão e atendimento individualizado, protesto contra Bitcoin Banco chega ao fim em Curitiba

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O Grupo Bitcoin Banco (GBB) conseguiu “sobreviver” sem maiores danos à manifestação convocada por clientes para a porta da sua sede, em Curitiba (PR), na última segunda-feira, 12 de agosto.

Além da baixa adesão ao movimento, a estratégia do GBB de separar os manifestantes, além de um forte esquema de segurança, também surtiram efeito e ajudaram a esvaziar o protesto.

Além disso, a empresa também atendeu todos os manifestantes, o que fez com que a maioria deles se sentisse atendida, evitando escalada na tensão e na revolta dos presentes.

Ao todo, cerca de 50 pessoas se manifestaram na rua em frente aos escritórios do GBB, em movimento convocado através de aplicativos e redes sociais.

Durante todo o dia, os manifestantes se alternaram dentro e em frente aos dois prédios onde está a sede da empresa controladora das exchanges Tem BTC e Negocie Coins, que estão com os saques travados há quase 3 meses.

O protesto foi convocado via grupos em redes sociais como Whatsapp e Telegram. Segundo o advogado João Guilherme, o GBB teria atendido 30 manifestantes.

Reivindicações coletivas e individuais foram apresentadas a representantes jurídicos do GBB, encaminhados por Jorge Fayad e Afonso Castelano, que comandavam a recepção e o encaminhamento das demandas dos manifestantes.

Como relatado pelo Cointelegraph, o dia começou tenso, com a chegada da Polícia Militar logo nas primeiras horas da manhã.

No decorrer do dia, a estratégia dos representantes do GBB foi de atender individualmente cada grupo de manifestantes que chegava de forma separada. 

Isso fez com que em praticamente nenhum momento todos ficassem juntos e aglomerados na frente dos prédios onde ficam os escritórios do grupo. 

A estratégia funcionou, deixando a impressão de que o número de manifestantes não passou de 10 em nenhum momento do dia. 

A equipe do Cointelegraph que acompanhou a manifestação o dia todo estima que entre 50 e 70 clientes insatisfeitos foram atendidos no GBB no dia 12. 

Um dos advogados do Grupo confirmou o atendimento a pelo menos 30 clientes.

O momento mais tenso do dia foi o suposto confisco de um material encomendado para a manifestação que mostrava uma foto de Cláudio Oliveira caracterizado como presidiário. 

O advogado Jorge Fayad defendeu diante dos policiais presentes a tese de que o material feria a imagem do ex-presidente do GBB de forma contrária à lei, e assim conseguiu fazer com que os cartazes não pudessem ser livremente utilizados na manifestação.

O grupo de manifestantes trocou suas experiências sobre a história e situação presente de cada um deles em relação ao GBB, prometendo envolvimento ativo no caso até a situação ser definitivamente resolvida com a liberação dos saques correspondentes aos valores pertencentes a cada um.

Conforme relatado pelo Cointelegraph, a situação do GBB tem chamado a atenção de grandes veículos de comunicação como Folha de S. Paulo e Valor Econômico
 






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